O que fazer para que as crianças não sejam fisgadas na Web, como os pedófilos, por exemplo?

A melhor linha de defesa é ter um participação ativa sobre o que nossos filhos fazem na internet. Mecanismos de proteção ajuda, mas nada pode substituir um pai atento e com conhecimento de causa. Sabemos que crianças sempre se orientam mais pelo que veem nos pais do que por qualquer outra interação. Já ouviu o ditado, “macaco vê, macaco faz”? Elas aprendem imitando os adultos, e adquirem os mesmos hábitos presentes na família. Lembre-se: você é o modelo. Se tiver um postura sadia e cautelosa sobre como usa a internet, com hábitos seguros e instigar que seus filhos também tem posturas semelhantes, essa se torna a melhor ferramenta para os riscos disponíveis na internet.

Deixe clara a necessidade de privacidade e de manter a reputação no meio digital. Estabelecer os limites no mundo virtual é uma obrigação, assim como já é no mundo real. Verificar, avaliar e questionar como as crianças se comportam na internet é dever de todo adulto responsável.

Cuidado com as fotos, dados pessoais como telefone, endereços, a escola, locais onde frequenta não devem ser informados na internet. O que se publica nas redes sociais ou mesmo o “curtir” no Facebook deve ser feito como cautela, alguns estudos apontam maneiras de descobrir as preferências do usuário pelo o que ele curte na Internet. Publicamos isso no Blog do Projeto Web segura. Criminosos, se falem de qualquer informação disponível na Internet para tentar tirar vantagens. Não é necessário se criar um paranoia com tudo que acontece na Internet, mas entender as dinâmicas se fazem necessários nos dias de hoje.

André Quintão

Está à frente de vários projetos sociais, desenvolvendo sempre novas ideias para auxiliar pais e mestres na educação de jovens e crianças em todo Brasil. Autor do livro “Pai Real no Mundo Virtual”

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